AUTO HEMOTERAPIA

 

Página dedicada aos relatos e considerações sobre esta maravilhosa técnica difundida pelo Dr. Luis Moura que vem a décadas salvando vidas e aliviando o sofrimento de muitos pacientes que sofrem as mais variadas doenças. Também conhecida com Auto Transfusão, Auto Hemo ou simplesmente AHT.

 

 

A vida sob Auto-Hemoterapia
Mesmo ainda não autorizada pelo MS, a prática vem ganhando mais adeptos:

 

Cristina Moura  - http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2008/abril/19_20/index.asp

Uma picada, duas, três. Uma agulhada, mais uma, mais outra e quantas se fizerem necessárias para salvar vidas. Retira-se o sangue da região venosa e aplica-se o mesmo sangue em uma região glútea ou lombar. É a ciência clandestina chamada de Auto-Hemoterapia (AH).

Clandestina, mas aceita em diversas camadas sociais, como em quase todo e qualquer processo de clandestinidade. Aliás, clandestina porque ainda não respaldada pelo Ministério da Saúde. E por que ainda não? É isso que o médico carioca Luiz Moura, um dos precursores da técnica de imunização e purificação do sangue, tenta responder.

Moura trabalha com esse tipo de tratamento desde 1943, mas já foi perseguido por seus colegas da Medicina, observado com rigor pela Vigilância Sanitária e avaliado, às vezes, até como charlatão. O problema, para os órgãos federais, é que Moura é referência para todos os pacientes que participam do processo. Um dos últimos holofotes perigosos para Moura foi a veiculação de uma matéria pela Rede Globo, especialmente no programa noturno dominical "Fantástico".

A dureza da matéria não agradou a muitos pacientes. É que a sentença está dada e corroborada por muitos veículos de comunicação: advertência ou afastamento para técnicos de enfermagem ou de primeiros socorros ou todos aqueles que ousem lidar com as seringas para a AH.

Há exatamente um ano, logo após o episódio do "Fantástico", o filho de Luiz, Álvaro Moura, achou-se convencido de que deveria publicar uma carta com algumas explicações, diante do impacto contrário que a matéria gerou para a população.

Foto: Guia Mauá

  

Dr. Luiz Moura, admirado por muitos, perseguido por outros

Na carta, o filho avaliou que houve a divulgação (indevida e não autorizada) de um depoimento gravado em vídeo dos resultados obtidos pelo Dr. Luiz Moura do tratamento com Auto-Hemoterapia, além de "pitacos de um repórter, depoimentos de pacientes satisfeitos com o tratamento e entrevistas com presidentes de conselhos profissionais totalmente despreparados (e desinformados) para exercer função tão importante para a sociedade brasileira".

Apesar de ser praticada desde o início do século em diversos países, a AH foi liberada em 2006 no Brasil pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro. Ponto para o Dr. Luiz Moura, então? Ponto para muitos pacientes que se utilizam da prática. Pacientes, os mais diferentes possíveis, com distúrbios físicos ou emocionais muitas vezes diferentes uns dos outros.

O que é mais curioso é que a maioria dos pacientes tem por Dr. Luiz Moura uma enorme admiração. Muitos dizem que nasceram de novo. A maioria também assistiu a um documentário produzido pela equipe do médico, sabe detalhes, recomenda aos amigos, faz campanha pelo sucesso da AH. Campanha, surda, talvez. Ou uma campanha que só fala em favor dos mais necessitados pela urgência de uma cura.

Admiradores e seguidores

As constantes agulhadas, porém, desagradam alguns dos adeptos da AH. A maioria dos nossos entrevistados para esta reportagem não quis se identificar. Temendo alguma represália, muitos pacientes pediram, principalmente, para que os técnicos que fazem a coleta do sangue e aplicam as injeções não fossem revelados. Por uma questão de respeito às fontes, mantivemos sigilo.

Uma moradora da região serrana do Espírito Santo estava sofrendo com um câncer de mama. Por estar psicologicamente abalada, resolveu aderir a qualquer tratamento que descobrisse como eficaz. Ganhou o DVD com as explicações do Dr. Luiz Moura e acabou convencida que teria que começar a AH.

Apesar de se submeter a sessões contínuas de quimioterapia, a paciente obteve um bom grau de receptividade da AH, pois havia garantido a taxa necessária de plaquetas para resistir ao tratamento contra o câncer. "Obtive um diagnóstico de cura do câncer. Não atribuo somente à AH, mas foi a AH que me deu resistência para continuar", afirmou.

Problemas simples também surgem e são socorridos pela AH. O aposentado Caetano Roque queria curar um simples problema com afta e verrugas. Já sabia sobre alguns casos de cura pela AH. Ao sofrer um acidente em agosto de 2007, teve parte do seu intestino perfurada. Foi aí que a adesão começou, efetivamente.

  

Foto: Syã Fonseca

Celma percebeu a melhora do esposo e aderiu à AH

"A AH me ajudou a suportar o tratamento de recuperação do intestino. E tem mais: nunca mais soube o que é uma gripe", afirmou. Para ele, algo que deveria custar quase R$ 1 mil acabou diminuindo em quase 90%.

Para o comerciante Márcio Sperandio, seu sofrimento com rinite alérgica acabou há um ano, depois da adesão à AH. Muitos membros da família também aderiram e vivem sem medo das agulhadas. "Antes, vivia cansado. Agora, sinto meu organismo revigorado", relatou.

Muitas vezes, em conversa com alguns adeptos, tem-se a impressão de que a AH parece mais uma doutrina. A dona de casa Celma Constantino, por exemplo, torce para que os preceitos de Dr. Moura comecem a prosperar e se transformem numa realidade aberta, ou seja, mantida por lei e assistida pelo Ministério da Saúde. "Vejo tantas outras leis serem aprovadas, tantas permissões sem futuro, até para uso de drogas, e a Auto-Hemoterapia, um tratamento que só faz bem, não recebe a atenção que merece", afirmou.

Celma sofre com uma doença hereditária, a epilepsia. Era acometida por ataques que se repetiam quase a cada dez dias, desde os 12 anos de idade. Atualmente, com seus maduros 41 anos, tem certeza que o tratamento que começou com a AH fizeram a diferença. Os surtos diminuíram e a disposição para trabalhar no dia-a-dia melhorou quase 90%.

Celma aderiu ao tratamento há dois anos, desde que, dentro de casa, o seu esposo deu o exemplo. O repórter fotográfico aposentado Joaquim Nunes relatou sua história bastante emocionado: disse que, praticamente, renasceu. No ano passado, depois de receber um laudo médico acusando enfisema pulmonar, entrou em desespero. Já estava completando 63 anos de vida e 40 de nicotina.

Foto: Syã Fonseca

  

Joaquim se recuperou dos 40 anos de nicotina

Ao deixar de fumar, percebeu que queria uma nova vida. Foi auxiliado por um amigo a procurar a AH. Se dependesse do seu pneumologista, estaria tomando remédios alopáticos, cada um custando R$ 400. "Já estava desenganado. A AH me deu coragem. Só é difícil quem aplique. Conseguir remédios em postos é um problema. Um tratamento tão barato não é autorizado pelo Ministério da Saúde. É isso que eu não consigo entender. Algo que só faz bem não é autorizado", avaliou. Quando os vizinhos perceberam a melhora de Nunes, começaram a pedir indicação do "milagre". Uma vizinha, por exemplo, sofria de bronquite asmática e já havia sido até dispensada do trabalho. Com a AH, começou a encarar um novo ritmo, livrou-se do cansaço e voltou à ativa.

A funcionária pública federal aposentada Janete Campos aderiu ao tratamento há dois anos, por indicação de um médico ortomolecular. O problema de Janete é fibromialgia, caracterizado por dores generalizadas, comprometendo a parte óssea e muscular, além de cansaço e insônia. Para ela, há uma conexão positiva da AH com outras terapias alternativas, como acupuntura, massagem, pilates, caminhada e outros exercícios físicos.
"Milagres não existem. Acredito que a pessoa tem que melhorar o estilo de vida, mas com a AH me deu mais força, mais disposição, mais ânimo, já que aumenta a imunidade", afirmou.

O que acontece com o sangue?

China, Rússia, Alemanha, Romênia, Itália, Espanha, França e Bélgica foram alguns dos primeiros países que fizeram adesão ao tratamento. Muitos consideram como parte da Medicina Alternativa. Trata-se de um recurso terapêutico simples, de baixo custo, responsável por estimular o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.

Luiz Moura, em suas diversas aparições em vídeos e em documentos pela internet e espalhados, principalmente, entre os pacientes que aderiram ao tratamento, ressalta que a prática é eficaz para o aumento da imunidade. "A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada", relata.

Segundo as explicações do médico, a medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de oito horas chega a 22%. Durante cinco dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de sete dias a partir da aplicação da auto-hemoterapia.

  

Foto: Divulgação

A quantidade retirada de sangue depende de cada caso

Para Moura, doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. O sangue passa, então, por um processo de purificação. Dentre outros benefícios, ocorre a limpeza entre partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos e partículas de substâncias tóxicas.

A AH também garante biotransformação e excreção do colesterol, metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas, desintoxicação e metabolismo de drogas. Os dados foram coletados pela equipe do médico Ricardo Veronesi, que, dentre outros títulos, é professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, da Faculdade de Medicina de Jundiaí e da Faculdade de Ciências Médicas de Santos.

O método é reconhecido como coadjuvante para estimular o sistema imunológico dos pacientes e pode ser eficiente em outras doenças. Por isso, a polêmica está ligada também ao caráter financeiro. Há casos de pessoas idosas, diabéticas, acometidas do Mal de Alzheimer, que tomavam 60 pontos de insulina, diariamente, e agora só tomam 20. Além disso, melhoraram no nível de consciência. Resta aos pacientes, agora, uma nova compreensão do Ministério da Saúde.

 

 

 

Superficialidade no Parecer do Conselho Federal de Medicina:

Por: Walter Medeiros - waltermedeiros@digizap.com.br

 

A proibição do uso da auto-hemoterapia resultou do trabalho de uma única pessoa – o médico Munir Massud, que fez uma pesquisa superficial e tirou conclusões sobre o que não pesquisou.

Quando o Conselho Federal de Medicina acatou o parecer, foi publicado um release anunciando: “Médicos que praticarem auto-hemoterapia poderão ter registro cassado”. A base para essa cassação seria o parecer, que o release sintetiza da seguinte forma: “Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada e pode trazer danos à saúde, diz CFM”. Sabe por quê o CFM diz isso?

Porque, segundo o release, “O material consultado foram os abstracts disponíveis na base de dados Medline, que tem 11 milhões de citações e resumos da literatura médica.”.

Este documento mostra quão superficial e insuficiente foi a pesquisa realizada por uma única pessoa, que não se deu ao trabalho de ler nenhum dos materiais da base de dados de forma completa. Ou seja, 180 milhões de brasileiros estão à mercê de um trabalho incompleto.

Com tanta superficialidade o CFM não questionou nada e incorporou a opinião de que “A conclusão geral da análise é a de que ‘não existem estudos relativos à auto-hemoterapia desde a sua proposição como recurso terapêutico na primeira metade do século XX até os dias atuais' e que ‘não há evidência científica disponível que permita a sua utilização em seres humanos', conclui o texto.

Numa decisão apressada, foi proibido o uso de um recurso utilizado há quase um século, ao invés de chamar à ordem os que praticam e estabelecer prazos para pesquisas, a fim de autorizar ou desautorizar definitivamente a prática, porém com dados concretos.

Ao contrário do que não encontrou o médico ao pesquisar publicações em inglês, polonês, russo, alemão, chinês, espanhol, francês e italiano, se os pesquisadores forem à base de dados por ele indicada e outras, encontrarão elementos suficientes para não negar simplesmente. Para realizar um trabalho transparente perante os médicos e a sociedade brasileira, o CFM deveria anexar ao parecer todos os abstracts pesquisados, pois neles certamente seria encontrado um bom começo para a pesquisa.


ANVISA TODA CONFUSA SOBRE AUTO-HEMOTERAPIA

--- Walter Medeiros

Em janeiro deste ano enviamos à ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária uma cópia do nosso artigo no qual mostramos que o CFM - Conselho Federal de Medicina publicou parecer sobre a prática da auto-hemoterapia, no qual mostra uma séria de dúvidas e reage cegamente à realidade atual, desconsiderando os trabalhos científicos. Mostrávamos a superficialidade do parecer do CFM, que não condiz com a importância do órgão para a prática médica no Brasil, gerando perdas imensas e irreparáveis às pessoas que dependem da auto-hemoterapia.

Alguns dias depois, recebemos um parecer daquele órgão, o qual achava que devia ter interesse em solucionar problemas de saúde pública no país. Dizia o parecer que “Em virtude da complexidade do tema, o qual necessita estudo e consulta a outras instituições, encaminharemos resposta ao seu questionamento posteriormente. Achamos razoável que se preocupassem em estudar o assunto e consultar outras instituições. Mas agora em abril recebi outra resposta, que demonstra o descontrole, o descaso e a falta de atenção aos assuntos submetidos à ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária através da sua ouvidoria.

Enquanto iludido na minha boa fé, esperava que aquele órgão do governo estivesse verificando o assunto, para prestar esclarecimentos ao público sobre auto-hemoterapia. Recebi uma resposta explicando que o CFM - Conselho Federal de Medicina e outros órgãos desaconselham a técnica, que consiste no combate a doenças através do sangue retirado da veia e aplicada no músculo. Esta informação já era do conhecimento público havia muito tempo e questionei novamente, para saber sobre a posição da ANVISA, que era o que me interessava. Eis que me mandam uma resposta surpreendente: “esclarecemos que nossa posição já é definitiva e encontra-se na Nota Técnica de 13/04/2007, disponível no nosso site”.

Se a posição que tinham era a mesma posição vulgar, incompleta e superficial de abril de 2007, por quê em janeiro de 2008 enviaram-me um documento afirmando que “Em virtude da complexidade do tema, o qual necessita estudo e consulta a outras instituições, encaminharemos resposta ao seu questionamento posteriormente”? Achávamos que a seriedade do órgão e importância do assunto comportariam essa consulta a outras instituições. Mas fica claro que esta consulta à qual se referem não foi feita e tudo que a ANVISA tem para se basear são os citados pareceres e notas incompletas e sem qualidade. Mais uma vez lamentamos que a população brasileira esteja à mercê de órgãos que não se preocupam com a sua saúde.

Inconformado com a resposta, enviamos nova mensagem à ANVISA, com o seguinte teor:

“Prezados Senhores,

Em vista da abertura que dão na resposta sobre auto-hemoterapia, ao enfatizarem que, “como é de praxe na nossa instituição, estamos abertos a críticas construtivas que possam esclarecer e contribuir ao aprofundamento do conhecimento sobre o assunto”, gostaria de apresentar algumas observações relacionadas com pontos que podem ser levados em consideração.

1. VV. SS. fazem informam sobre uma pesquisa e análises amplas sobre o assunto. Para ajudar na compreensão, seria bom que informassem mais detalhadamente sobre esta pesquisa, as análises amplas, pareceres, bibliografias e quais instituições e cidadãos as encaminharam.

2. A informação de que não reconhecem do ponto de vista científico o procedimento “auto-hemoterapia por não existir evidências científicas que comprovem sua eficácia e garantam sua segurança, isto é, que comprovem não haver risco sanitário associado a esta prática” é do nosso conhecimento. Entretanto, como órgão da importância que é a ANVISA, há de convir que, acatando um parecer superficial e incompleto, como o que emitiu o Conselho de Medicina, está indo de encontro a uma realidade que é bem outra, a começar da opinião de dezenas de médicos conceituados, qualificados e responsáveis.

3. A ANVISA tem como missão - conforme ressaltaram - proteger e promover a saúde da população, garantindo a segurança e qualidade sanitária de produtos e serviços oferecidos à população. Não nos consta, entretanto, nenhuma reclamação feita à ANVISA de alguém que se viu prejudicado por causa da prática da auto-hemoterapia. O que ocorreu até agora foi uma seqüência de contradições no âmbito dos Conselhos de Medicina, pois o CREMERJ adotou uma decisão em 2006 e em 2007 adotou decisão oposta, cassando o registro do Dr. Luiz Moura. Em seguida, o CFM emitiu o aludido parecer 12, completamente questionável.

4. A comprovação científica e a aceitação da auto-hemoterapia pode vir através de atitudes imparciais dos órgãos de saúde, levando em consideração a Declaração de Helsinque e Resoluções do próprio CFM, que permite a prática de terapias provisoriamente e impede o uso da técnica aqui em abordagem. Não seriam somente dez anos, para a auto-hemoterapia, se houvesse indicação de uma metodologia justa de apuração, já teríamos mais de 100 anos para comprová-la.

5. Apelando para o profissionalismo, o espírito público e a paciência de VV. SS., anexo artigo que mostra como a questão precisa ser analisada sobre vários outros aspectos.

Diante desta situação, continuamos acreditando que este órgão encontrará uma forma de agir para realmente tomar a decisão mais justa.

Atenciosamente,

Walter Medeiros”

Algo mais estranho ainda se deu quando aquele órgão de fiscalização do governo federal apresentou a seguinte sugestão: “Quanto aos comentários sobre parecer do CFM, sugerimos encaminhá-los diretamente a esta instituição, responsável pelo referido parecer, no endereço eletrônico: http://www.portalmedico.org.br/novoportal.

Mostramos imediatamente que comentário fora encaminhado, sim, para o CFM. Entretanto, ao darem a sugestão de encaminhamento, fica a impressão de que o texto não teria sido levado em consideração.

O que ocorre é que o envio do comentário para a ANVISA se deu como forma de alertar esse órgão sobre os procedimentos distorcidos adotados pelo CFM. Havia a informação de que a ANVISA utilizaria para tirar suas conclusões, o documento do referido Conselho. Até porque veio da ANVISA a informação de que ainda não existiria uma posição definitiva a respeito. No momento, entretanto, vemos que há uma posição firmada, contrariando todas as regras de bom senso no trato de questões como esta.

Será mesmo este o papel da ANVISA, ignorar as necessidades de saúde de milhões de pessoas que querem e precisam utilizar uma terapia com mais de 100 anos de uso e contra a qual não se apresentou nenhum argumento? Portanto, esclarecemos que o comentário sobre o Parecer do CFM, superficial, incompleto e tendencioso, foi enviado mesmo para prevenir a ANVISA sobre a possível injustiça de adotar posição com base no referido documento.

Fica difícil esperar e acreditar que o bom senso prevalecerá e este assunto será analisado com a atenção que precisa e merece. A impressão que temos é de que o assunto vai sendo – como se diz no popular - empurrado com a barriga, já que o governo e os conselhos profissionais não têm interesse em esclarecer ou – no palavreado de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, não estariam para explicar, mas sim para confundir.


Clique aqui e leia entrevista com o Dr. Luiz Moura

Clique aqui e acesse o vídeo com Dr. Luiz Moura sobre AH

Clique aqui e saiba mais sobre AH:
http://www.campanhaauto-hemoterapia.blogspot.com
http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia
http://inforum.insite.com.br/39550
http://www.autohemoterapia.com